sábado, 30 de março de 2013

Love Me - Capítulo 50 - Fim





    Eu e Justin fomos pra casa. Selena continuou no hospital, claro. Justin estava tão feliz, ele não conseguia parar de sorrir. Pegamos Hillary na casa dos meus pais e fomos pra casa. Ajudei Hill no banho e depois coloquei-a na cama para dormir. Fui pro meu quarto e Justin já tava deitado, mexendo no celular.
    -O que tá fazendo?- perguntei me deitando ao seu lado.
    -Falando por mensagens com a Sel.- ele disse.
    Puff. Sel. SEL. Desde quando Sel é apelido de Selena? Desde quando ele chama ela assim?
    -Ah, tá.- eu disse devagar.- Vou dormir.- eu disse e me virei pro outro lado, ficando de costas pra ele.
    -Tá.- ele disse indiferente.
   
Ele continuou mandando mensagens por muito tempo. Aquela luz do celular me incomodava, não consigo dormir com luz ligada. Me virei com raiva, arranquei o celular da mão dele com força e joguei na mesinha ao lado da cama.
    -AGORA DORME, CRIANÇA.- eu disse com raiva.
    Ele se deitou logo depois de mim. Alguns minutos depois, senti o braço dele em volta da minha cintura. Tirei o braço dele de mim com força.
    -Tira o braço de mim.- eu disse.
    -Para, amor.- ele disse.- Por que tá fazendo isso?
    -Porque você liga mais pra Selena do que pra mim. Porque você estragou a nossa lua-de-mel por causa da Selena. Porque você fica falando com a Selena 24 horas por dia.
    -Só por causa do nosso filho.- ele disse.
    -JUSTIN ACORDA. ELE NÃO É SEU FILHO. ABRE SEUS OLHOS, DEIXA DE SER CEGO. ELE NÃO TEM NADA A VER COM VOCÊ, PELO AMOR DE DEUS. ACORDA.- explodi.
    Ele ficou quieto. Decidi me virar pra ver seu rosto. Ele tava sério, com os olhos cheios de lágrimas. Eu não queria ser tão dura com ele, mas eu tava irritada.
    -Jus, eu...- passei a mão pelo seu rosto, mas ele tirou brutamente.
    -Por que você disse isso?- ele perguntou bravo e triste.
    -Porque é verdade! Só você não percebeu.
    -Você realmente acha isso?- ele perguntou chorando.
    -Sim.- eu cochichei.- Desculpa.

    Ele me abraçou e começou a chorar ainda mais. Eu o abracei forte para que sua dor passasse, mas comecei a chorar junto com ele. Quando ele tá triste, eu fico triste.
    -Você sabe se ela teve algum caso com outra pessoa?- eu perguntei delicadamente.
    -Não sei.- ele murmurou.
    Resolvi não falar mais sobre isso. Só ia deixar ele mais triste. Fiquei fazendo carinho em seu cabelo até ele dormir. Fiquei me sentindo péssima. A Selena fez essa confusão e o Justin que está sofrendo.

    No dia seguinte, quando acordei, Justin já tinha acordado. Ele tava na cama pensando. Me aproximei dele e dei um beijo na sua bochecha.
    -Tá melhor?- perguntei.
    -Um pouco.- ele respondeu.
    -Vou lá fazer um café da manhã bem delicioso pra gente, tá?
    -Tá bom.- ele disse.

    Dei um beijo nele e fui até o quarto da Hillary pra ver se ela já tinha acordado. Ela tava brincando com a boneca dela ainda deitada na cama. Ele foi pro nosso quarto. Quando Justin a viu, abriu um sorriso gigante e a abraçou. É incrível como ela faz bem pra ele.
    Chamei eles pra tomarem café. Ele desceu com Hillary sentada em seus ombros. Ele a deixou na cadeira, passou por mim e me deu um beijo na bochecha e se sentou ao meu lado.
    -Eu senti saudades de vocês, mocinhos.- Hillary disse.
    -Nós também, gatinha.- Justin disse.
    -O mínimo que você podem fazer é passar o dia inteirinho comigo.- ela disse.
    -Ah, meu amor, nós temos que resolver umas coisas, mas prometo que depois vamos passar o resto do dia juntinhos de você.- eu disse.
    Terminamos o café e subi com Hill no colo pra trocar sua roupa. Penteei seu cabelo e coloquei uma tiara. Deixei ela vendo TV e fui pro quarto me trocar. Justin tava de calça jeans, sem camiseta. Ele tava em frente ao armário, escolhendo uma camiseta.
    -Põe essa.- eu disse pegando uma camiseta cinza que ele tem.
    -Valeu. -ele disse.
    -Ahh, amor. Não fica trite não. Se anima, lindo.- me enrosquei em seu pescoço e dei um beijo em sua boca. Ele me abraçou pela cintura e apoiou o queixo em meu ombro.
    Fui para o armário e escolhi minha roupa para ir ao hospital "resolver" as coisas com a Selena. Fui com uma roupa bem simples: uma calça jeans, blusa rosinha e sapatilha preta. Deixamos Hillary na casa de Pattie e fomos pro Hospital. Eu fiquei na sala de espera enquanto Justin falava com ela.

    (Justin narrando)

    Entrei no quarto onde a Selena tava. Fui direto ao assunto.
    -Selena. Você namorou alguém depois que nós terminamos?
    -Não. Por que a pergunta?
    -Você acha que Brad parece comigo?
    -Claro que sim! Afinal, ele é seu filho.
    -Mas nós só transamos com camisinha. Como isso é possível?!
    -Deve ter furado, sei lá. Só sei que...- ela foi interrompida pela porta do quarto abrindo.
    Me virei e vi Taylor Lautnet entrando no quarto.
    -Onde está meu filho?- ele perguntou rápido.
    -Seu filho?- Selena perguntou com cara de inocente.
    -É, cadê ele?- ele perguntou novamente.
    -Taylor... - Selena nem sabia por onde começar.
    -Eu sei que ele é meu filho. Eu sei. Nós transamos depois daquela festa que fomos juntos, um pouco antes de terminarmos.
    -Ele não é seu filho.- Selena disse entre dentes.
    -Para de mentir, Selena.- eu disse finalmente.- O filho não é meu. Tá na cara. Ele nem se parece comigo.
    -AH QUE DROGA.- ela gritou.- Tá, o filho é do Taylor.
    Taylor saiu correndo para ver seu filho. Eu fiquei lá parado, tentando assimilar tudo. Eu perdi dois filhos. Não dá pra entender.
    Ela se levantou e foi até mim.
    -Desculpa, eu não queria te machucar...- ela passou a mão em meu rosto.
    -Mas me machucou.- eu disse e saí de lá.
    Fui pra onde a Melody tava e a abracei, confirmando o que ela tinha dito noite passada.
    -Não chora, meu amor. Vai ficar tudo bem. Você tem à mim e a Hillary. Nós vamos te ajudar. Prometo.- ela disse.
    -Eu te amo. Muito.- eu disse ainda a abraçando.- Desculpa por tudo.
    -Tá tudo bem, não esquenta. Só quero ver você feliz.
 
     (Melody narrando)

    Fomos pegar Hillary e fomos almoçar em casa. Quando ela viu Justin, foi correndo pros seus braços e o abraçou.
    -E ai, gatinha.- Justin disse.
    -Agora vocês são todos meus. MUHAHA.- ela disse.
    Fomos pra casa e preparei o almoço. Depois de comermos, fomos pro nosso quarto e ficamos brincando a tarde toda.

    E foi assim que Justin superou a "perda". Com a ajuda de Hillary, que é MUITO importante em nossas vidas, e minha ajuda também. Ele visita Brad de vez em quando, ele achou errado "abandoná-lo" do nada. Ele se dá muito bem com ele. O bom é que Taylor assumiu o bebê. Selena? Nunca mais falou com ela. Às vezes, Justin troca uma palavra com ela por causa de Brad. Justin é o melhor marido e o melhor pai do mundo. Eu o amo muito.
 
 FIM.

  Awwwwwwwwwwn ! 
hahaha, já ia escrevendo "Continua".   E então gatinhas o que acharam?  Por favor comentem nesse capitulo, eu preciso tanto, tanto desses comentários.  É de verdade, muito importante pra mim .   Aiiiiiiiiiiin , vão amar o novo IB. Então, até amanhã, para "Wrong Boy"     -  Vou mudar o Designer do blog, ok  ? 
               - Não esqueçam de comentar,  por favor .

Love Me - Capítulo 49





 -Não acredito que tá fazendo isso.- ele disse.
    -EU que não acredito que você vai me deixar aqui pra ir ver a Selena.
    -ELA TÁ PARINDO O MEU FILHO.- ele disse.
    -Justin. Eu não tô brincando. Para de fazer gracinha.- eu disse séria.- Ou eu ou ela.
    -Não faz isso.- ele murmurou.- Não me faz escolher.
    -JÁ QUE NÃO QUER ESCOLHER, POR QUE NÃO CASOU COM A SELENA E FOI PRA LUA-DE-MEL COM ELA?
    -PARA DE GRITAR. EU NÃO VOU ESCOLHER. VOCÊ VAI COMIGO PROS ESTADOS UNIDOS E DEPOIS VOLTAMOS.- ele gritou de volta.
    -Se você pensa que eu vou ir ver o meu marido ao lado da ex-namorada dele enquanto ela tem um bebê, você tá muito enganado.
    -Você não tem que ficar no hospital, só vai comigo pros Estados Unidos. AGORA VAMOS.- ele disse me puxando pelo braço.
    Quando chegamos no aeroporto, faltavam uns cinco minutos pro avião decolar. Compramos tudo ligeiro, e como era JUSTIN BIEBER, foi tudo tão mais rápido e simples. Entramos no avião e nos jogamos nas poltronas após correr muito. Eu tava meio brava com ele ainda. Fiz minha cara de emburrada de sempre e fiquei esperando por um abraço e algum comentário fofo, como sempre acontecia. Mas dessa vez não. Resolvi ler um livro pra tentar esquecer essa história. Olhei pro lado e vi Justin balançando a perna freneticamente, roendo a unha de um dedo e olhando em volta. Ele tava nervoso por causa do nascimento do bebê, e eu não podia impedi-lo de estar, pois era filho dele. Coloquei minha mão na perna dele pra parar de tremer.
    -Calma, amor. Vai dar tudo certo. Daqui a pouco a gente chega.- eu disse.
    Ele me deu um selinho.
    -Desculpa, tá? Por ter que sair correndo da nossa lua-de-mel.- ele pediu.
    -Tá.- eu disse dando um meio sorriso e olhando por chão.
    -Meu Deus. Como será que ele é? Quero que ele tenha os meus olhos e o sorriso dela. Amo o sorriso dela.
    Fiquei encarando ele. Ele percebeu o que tinha falando e ficou quieto também.
    -Não foi isso que eu quis dizer, eu...- ele começou a se explicar.
    -Deixa pra lá.- eu disse e encostei minhas costas na poltrona outra vez evitando olha-lo.
    -Para, Mel.- ele pediu.- Você sabe que eu não quis dizer isso.
    -Não, você só quis dizer que ama o sorriso da Selena, com aqueles dentes todos tortos e parecendo uma...
    -Epa, epa, epa. Pode parar. Pelo menos tenha respeito né.
    -Para de defender ela, Justin.- reclamei.- Já basta ter dito que ela é mais bonita do que eu, e agora...
    -EPA. Eu não disse isso.- ele disse.
    -Mas queria...
    -Não. Até porque eu não acho ela mais bonita do que você. Pra mim, você é a menina mais bonita do mundo.
    Dei um sorrido envergonhado e ele riu, e depois me deu um beijo na bochecha. Finalmente chegamos. Justin saiu correndo feito um foguete lá de dentro.  Kenny tava lá nos esperando. Chegamos no hospital em no máximo dez minutos. Justin entrou na sala e eu vi da fresta que ele deixou na porta. Ela tava deitada segurando a mão da mãe dela. Quando Justin chegou ela deu um sorriso e ele foi segurar a outra mão dela.  Ela tava suada e fazendo força. Justin falava algumas coisas baixinho no ouvido dela, acho que tava dando força, sei lá. Finalmente, o bebê saiu de LÁ. A enfermeira foi limpá-lo e Justin ficou fazendo carinho na Selena. A enfermeira voltou com o bebê e deu para Selena.
    Mas... o bebê não tinha nada a ver com o Justin. Ele tinha pele escurinha, cabelo preto e era bem pequeninho. Justin também segurou ele  sorriu o tempo todo. Levaram o bebê pra encubadora e Justin foi lá falar comigo.
    -Ele é lindo.- Justin disse.
    -É mesmo. Parabéns, papai.- eu disse com um meio sorriso.
    -Não fica assim, amor.- ele disse e me abraçou.
    Eu comecei a chorar. Não sei por que, só sei que chorei. Eu tava sentindo que ele tava cada vez mais próximo da Selena, e esse parto fez eu me lembrar que perdi um filho. E eu tenho certeza que esse filho não é do Justin. Só não vou falar agora porque ele acabou de  nascer e o Justin tá super feliz. Tudo tem sua hora.
   
Continua? Comentem 


Amores amanhã eu posto o último capítulo da IB, MAS se hoje ainda tiver muitos comentários eu posto hoje ainda, e amanha eu mudo o visu do blog 

Love Me - Capítulo 48


Acordamos às quatro da tarde. Ficamos na cama namorando por alguns minutos. Estávamos muito felizes. Fomos almoçar em um restaurante e depois fomos pegar a Hillary na casa da Pattie. Ficamos brincando com ela até o fim do dia.

    (Uma semana depois)
    Eu e Justin vamos para as Bahamas hoje para a nossa lua-de-mel. Hill vai ficar com meus pais enquanto ficarmos fora. Acordamos bem cedinho, tomamos café e deixamos Hillary na casa dos avós. No avião, Justin deitou sua cabeça no meu ombro e fechou os olhinhos.
    -Tô cansadinho, amor.- ele disse com uma voz fofa.
    -Awn, bebê. Pode dormir.
    -Faz carinho em mim.- ele pediu.
    Fiquei fazendo cafuné nele e ele dormiu. Fiquei lendo um livro até chegarmos. O voo foi bem tranquilo, sem nenhum problema. Chegamos.
    -Jus... Jus... Justin.- disse tentando acordá-lo.- Justin, acorda.- eu disse e ele resmungou.
    -Não quero acordar. Tá muito bom aqui.- ele disse me prendendo com seus braços pra eu não sair dali e ele continuar deitado.
    -Tá, então eu vou sozinha. Vou na praia SOZINHA. DE BIQUINE.- pronto. ele já estava fora do avião.
    Fomos para o nosso hotel. Justin escolheu o mais caro e melhor hotel da ilha. Justin se jogou na cama e disse que estava morto de cansaço. Ele ia dormir? Como assim? Chegamos há dois minutos na nossa lua-de-mel e ele quer dormir?
    -Nãooo. Vamos na praia.- pedi.
    -Não. Agora não.- ele resmungou tentando dormir.
    -Vamos, Justin. Vamos aproveitar nossa viajem. Please.
    -Ah, tá.- ele se levantou e eu comemorei, fazendo ele rir.
    Coloquei um biquine





Justin colocou um calção. Tava lindo, com cara de sono e tanquinho aparecendo. Peguei na mão dele e fomos pra praia. Ele já foi logo pra espreguiçadeira e se deitou. Fui para outra espreguiçadeira ao lado da dele e deitei de barriga pra baixo pra bronzear. Depois de alguns minutos, Justin acordou e teve um ataque histérico.
    -O que você tá fazendo, Melody? Deita direito, põe essa bunda pra baixo. Vai que passa um menino por aqui enquanto eu tô dormindo e olha. Não, não.
    -Então vê se não dorme e me faz companhia, seu mané.- eu disse.
    -Não sou mané. Sou seu amor.- ele disse.
    -Meu amor é um mané.
    -Magoou.
    Fui para a espreguiçadeira dele e me sentei na ponta. Fui beijá-lo sorrindo, mas ele virou o rosto fazendo charminho, mas logo riu e me beijou. Uma de suas mão estava na minha coxa. Resolvi parar de beijá-lo porque poderia ter algum paparazzi por ali e não queria magoar as fãs dele. Fomos para o mar correndo. Subi nas costas dele e ele correu MUITO rápido. Ele me jogou com tudo no mar. Me levantei do meu semi-afogamento e corri atrás dele querendo matar ele. Ele não conseguia parar de rir.
    -SEU IDIOTA. ESTRAGOU MEU CABELO.- eu gritei enquanto corria atrás dele, rindo também.
    Ele parou de correr, e começou a correr para o lado contrário. Ele agarrou minha cintura e me girou no ar. Me colocou no chão com nossos corpos grudados e disse:
    -Minha linda. Eu tô muito feliz de estar com você aqui.- ele me deu um beijo na bochecha e me virou de frente para ele, segurando na minha cintura.- Você é a melhor coisa que já aconteceu pra mim.
    Me aproximei e o beijei. Ele sorria durante o beijo, e eu também.
    -Eu te amo.- eu disse.
    -Também te amo.

   Os próximos dois dias foram ótimos. Saímos bastante, aproveitamos bastante a companhia um do outro. Mas o terceiro dia, Justin recebeu uma ligação da Selena. Ela disse que tava em trabalho de parto e que precisava dele lá. E o lesado disse que tava indo.
    -Justin.- falei séria.
    -Ela quer que eu vá. É meu filho que tá nascendo.
    -Você nem sabe se é realmente seu filho. Qual é Justin, você vai me deixar aqui sozinha?
    -Não, é só que.. sei lá, eu... grrr.- ele disse bravo e confuso.
    -Justin, não vai.- eu mandei.
    -Eu vou.
    -Se você for vai estar tudo acabado.- eu ameacei.

Continua? Comentem 

Jennifer - Hahaha muito hot né ?
@Steeh_viana - Haha foi fraquinho ta?
Lívia - Mas vai  acabar daqui a 2 capítulos lol
Mah - Hahaha eu mORRO com SAFALIEBER lol Ui, Google Tradutor sempre nos salvando. Opa tomo Todynho toda hora (Minha amiga me chama de todynhio e eu chamo ela de leite azedo u.u) 
Adriana Souza - Se akie ele é selvagem imagina na real??? Ui, ovarios explodindo

sexta-feira, 29 de março de 2013

Love Me - Capítulo 47






    (Justin narrando)

    Ela tava entrando com o pai dela. Ela estava linda, toda de branco, como sempre sonhei que seria. Ela me olhava e sorria. eu também sorria admirando ela. O caminho até o altar pareceu uma eternidade. Quando ela finalmente chegou, seu entregou ela a mim. Peguei em sua mão e sorri mais ainda.
    -Cuida bem dela. Genro. - ele disse, fazendo eu e Melody sorrirmos um para o outro.
    O padre começou a falar. Hillary entrou com as alianças. Repetimos tudo o que o padre dizia logo após ele. Coloquei a aliança devagar no dedo da Melody e depois ela fez o mesmo comigo. Nos beijamos rapidinho e depois viramos para todos, que estavam chorando. Até meu pai tava chorando. Peguei na mão dela e entrelacei nossos dedos, fomos andando até a saída. Entramos na limusine e fomos para casa, para ela trocar de roupa. Colocou um vestido que a deixou ainda mais bonita. Fui até ela, botei minhas mãos em sua cintura e a beijei. Ela apoiou seus braços nos meus ombros.
    -Vamos, senhora Bieber? - perguntei e ela sorriu.
    -Vamos, meu amor.
    Fomos para o local da festa. Saímos do carro e coloquei minha mão na cintura dela, abraçando-a para entrarmos no salão. Estavam todos se divertindo, conversando e dançando. Meus pais foram correndo até nós e nos abraçaram. Conversamos um pouco e, claro, minha mãe deixou um rio no chão de tanto chorar. Espero que os donos do salão não me liguem porque tiveram que entrar de barco. Ui.
    Os pais da Melody também falaram conosco. O pai dela falou comigo, meio que me intimidando. Ela disse:
    -Para, pai. Ele vai cuidar bem de mim. Como sempre cuidou.
    -Eu sei. Mas é hilário que a cara dele morrendo de medo. - o pai dela respondeu gargalhando.
    Ficamos com nossos amigos o resto da noite. Devo dizer que foi a melhor noite da minha vida. Com meus amigos novamente, com a menina que eu amo, que agora é minha esposa, e com a minha filha. Os pais de Melody foram para casa mais cedo e levaram Hill pra casa.
    Eu, Mel, Ryan, Chaz, Tassy e Cait ficamos bebendo e nos divertindo até às 6:30. Chris não tava bebendo, óbvio. Kimberly e Tobby ficaram conosco por algum tempo, mas depois foram embora também. Depois que todos foram embora, ficamos somente eu e Melody. Estávamos bêbados. Nos olhamos meio envergonhados e rindo. Fui até ela e a beijei. Minha mão foi para sua bunda e a apertei. Ela riu e começou a passar a mão na minha barriga ou, como ela gosta de chamar, meu tanquinho. Fui subindo seu vestido e tocando suas coxas, sua cintura até tirar todo o vestido. Coloquei ela encima de uma das mesas que tinha lá. Ela tirou minha camisa, desabotoando bem devagar cada botão. Ela jogou em algum canto da sala. Ela me puxou pra me deitar por cima dela. Ela pressionava meus lábios contra o dela, enquanto e passava minha mão por todo o seu corpo.
    -Não tenho camisinha aqui. - eu disse entre beijos.
    -Não tem problema. É melhor sem. - ela disse.
    Tirei minha calça rapidamente e voltei a deitar encima dela. Meu membro tava roçando na perna dela, o que me excitava ainda mais. Ela abriu as pernas e as enroscou na minha cintura, colando os nossos membros. Mas tinha um problema: estávamos de roupas íntimas, que nos atrapalharam. Ela fazia movimentos para frente e para trás, rebolava, apertava nossos corpos. Ela estava me provocando. Ela queria me deixar morrendo de vontade, e estava funcionando.
    -Para de me provocar.- eu disse meio sem fôlego.
    -Não acabe com a minha diversão.- ela disse.
    Tirei seu sutiã e beijei seus seios. Chupei o biquinho, que estava duro. Ela começou a gemer baixinho. Adoro quando ela faz isso. Ela continuava rebolando enquanto eu chupava seu seio. Tirei minha cueca rapidamente e meu membro encostou na calcinha dela. Tirei sua calcinha e quando ia penetrar, ela me parou. Pegou em meu membro e fez movimentos pra cima e pra baixo com a mão por alguns pouco segundo, o que me fez gemer. Ela esfregou meu membro em sua vagina, sem penetrar. Eu estava quase pirando.
    -PARA. Deixa eu penetrar. - eu mandei.
    Mas ela continuava se divertindo com a minha tortura. Em um movimento rápido e com força, empurrei para dentro dela e consegui penetra-la. Ela gritou de dor, pois enfiei tudo com muita força, não aos poucos como sempre. Eu não queria machucar ela, mas ela estava me torturando. Comecei com os movimentos de vai e vem, e ela gritava de dor e de prazer. Eu já comecei rápido. Continuei com a mesma velocidade e ela comprimiu os olhos de dor.
     -AH, JUSTIN.
     -Já vai passar. Você sabe.
     Logo, ela já estava gemendo de tesão. A dor já tinha passado e agora ela só sentia prazer, assim como eu. Segurei em sua cintura e comecei a ir mais rápido e com mais força. Ela gemia muito alto. Ela ficou de quatro e a penetrei por trás. No início ela sentiu uma dorzinha, por isso fui bem devagar, mas depois e ela pediu pra eu ir mais rápido. Voltamos para a posição inicial. Chegamos ao orgasmo juntos. Gozei dentro dela. Nos beijamos outra vez e nos vestimos. Fomos para o carro e eu dirigi, mesmo ainda estando bêbado.  Chegamos em casa e fomos direto para a cama. Estávamos exaustos.
    -Por que você foi tão duro comigo? - ela perguntou, com uma olhar sexy.
    -Porque você estava me deixando louco de tesão! Você não penetrava nunca, só esfregava.
    -Doeu, sabia?
    -Você não gostou?
    -Amei. - ela cochichou no meu ouvido.
   
Continua? Comentem 


Respostas aos comentários:

Jennifer - Muito fofo né?
Lívia - Hahaha muito obrigada Amore é, já é o casamento 
Mah - Embarque nesse carrossel ♫ "safalieber" Haha eu não sou safada rum u_u
@Steeh_viana - Prontinho Amore *-* 

quinta-feira, 28 de março de 2013

Love Me - Capítulo 46



    Ele me puxou para perto novamente, mas continuava rindo.
    -Para de rir. - pedi.
    -Não dá. Não consigo. - ele disse gargalhando ainda mais.
    -E não é verdade aquilo. Eu não disse aquilo. - eu disse envergonhada.
    -Claro que disse. Mas não tem problema, eu gosto quando você geme. - ele disse. Eu fiquei morrendo de vergonha e corei. Escondi meu rosto em seu peito e ele riu.
    -Como se você não gemesse. - eu disse dando o troco.
    -Não tanto quanto você. - ele respondeu.
    -Para. - pedi de novo.
    -Que envergonhada que você é, gatinha. - ele disse e me beijou na bochecha.

    (1 mês depois)

    É hoje. Hoje é o meu casamento com o Justin. Estou no salão de beleza com minha mãe, minha irmã, Hillary, Tassy e Caitlin. Ela já tinha voltado da Itália pra ir no casamento. Estávamos fazendo as mãos, os pés, os cabelos, maquiagem... Tudo ao mesmo tempo. Pintei minhas unhas de vermelho, Justin adora vermelho nas mãos.
    Tassy se vestiu assim:



Caitlin se vestiu assim:



Minha mãe se vestiu assim:



E eu fui assim:



com esse sapato



    Demoramos muito para escolher meu vestido, porque minha mãe dizia que era muito curto. Só no dia anterior ao casamento que ela começou a gostar do vestido.
    Meu celular começou a tocar e era Ryan.
    -Oi, Ryan! - eu disse.
    -Oi, Melody. Você já tá chegando? É que o Justin tá aqui ansioso. Ele acha que você não vem.
    -Como assim?! É claro que vou! Mas se ele quer uma noiva bonita, tem que esperar.
    -Viu, Justin? Ela vai vir. - ele gritou para Justin escutar. - Sério, ele tava suando aqui de nervosismo.- Ryan riu. Achei muito fofo.
    -Que fofo. Não ri dele, malvado. - eu disse.
    -É engraçado. Nunca pensei que ia ver o Justin nervoso por causa de uma menina. Chega a ser ridículo o quão inseguro ele tá. Ele acha que você vai dizer "não aceito".
    -Ah, manda ele calar a boca e parar de pensar besteira. Eu não estaria desperdiçando horas no cabeleireiro pra dizer não pro menino. Mas mesmo assim é fofo.
    -Tá, mas agora tenho que desligar. Vou lá acalmar seu noivo quase marido. - eu ri e desligamos.
    Estávamos prontas. A limusine chegou e entramos ansiosas. Agora EU estava nervosa. E se ele disser não?  E se ele nem estiver lá, e o Ryan estivesse inventando tudo?
    Meu celular tocou de novo. Dessa vez era o Justin.
    -Alô. Melody, por favor, me diz que você vem. - ele disse meio desesperado.
    -Claro que vou, amor.
    -Onde você tá? Tá muito longe?
    -Não, já tô quase chegando.
    -MEU DEUS. - ele disse chocado.
    -O quê?
    -Tá quase chegando? Tá quase na hora. Meu Deus, preciso treinar o meu "eu aceito". - ele disse e me fez rir.
    -Fica calmo. Vai dar tudo certo. Agora vamos desligar e tenta se acalmar. Beijos.
    -Beijos, amor. - ele disse ainda nervoso.
    É engraçado como ele tava nervoso. Era tão fofo e engraçado ao mesmo tempo. Eu achava que eu ia ser a única nervosa, mas não. Nunca pensei que um menino ficaria nervoso por minha causa.
    Chegamos. É agora. Sai da limusine e meu pai me aguardava na frente da igreja. A música começou a tocar bem alto e as portas da igreja se abriram. Vi Justin parado no altar. Ele se virou quando as portas abriram, ele parecia muito nervoso. Quando seus olhos chegaram aos meus, ele sorriu. Sorri de volta passando segurança para ele.
   
Continua? Comentem


Respostas aos comentários

@Steeh_viana - Prontinho Amore haha
Jennifer - Prontinho Amore lol haha 
Mah - Hahaha olha que eu não coloco muito hot, porque vai que tem criança lendo isso!

quarta-feira, 27 de março de 2013

Love Me - Capítulo 45





(2 meses depois)
    Justin já tinha voltado a fazer sua turnê. Eu e Hillary ficamos aqui em Stratford o aguardando ansiosas. Ele estaria voltando hoje mesmo.
    Nós já havíamos nos mudado para nossa casa nova. Compramos aquela que Hillary tinha gostado. Eu e ela estamos esperando Justin chegar. Eles vai chegar às 22:00. Eu já tinha dado banho na Hill, ela estava de pijama. Nos deitamos no sofá e dei um copo de leite com achocolatado pra ela, ela sempre dorme assim. Ela acabou dormindo agarrada em seu cachorrinho de pelúcia, que Justin deu à ela antes de viajar. Ele disse que era pra ela não esquecer dele enquanto ele estivesse fora. Peguei ela no colo e a coloquei em seu quarto. Dei um beijo em sua testa e sai. Coloquei minha camisola e fiquei na sala vendo TV. Também acabei dormindo por lá mesmo antes de Justin chegar. Quando acordei, olhei no relógio e era 1:00. Ele estava extremamente atrasado. Fui para o meu quarto, digo, nosso quarto e me deitei frustada. Eu pensei que quando ele chegasse, nós iríamos recepcioná-lo com abraços e depois nós dois teríamos uma noite especial, se é que vocês me entendem.
     Me deitei na cama e quando estava quase dormindo novamente, ouvi a porta do quarto se abrindo e passos se aproximando, tipo na ponta dos pés. Depois, senti alguém se ajoelhando na cama e se inclinando sobre mim, pelas minhas costas, ficando em cima de mim. Justin me deu um beijo na bochecha e disse:
     -Amor, tô em casa.
     -É, à uma da manhã. - disse séria ainda virada de costas pra ele.
     -Acha que é minha culpa? O voo atrasou.
     Fiquei quieta por causa do sono. Tava muito cansada pra responder.
     -Vamos fazer o que tínhamos combinado? - ele perguntou de um jeito sedutor correndo seus dedos sobre meu braço.
     -Eu tô morrendo de sono. Não tô com vontade. - eu respondi.
     Ele tirou sua camiseta e começou a beijar meu pescoço.
    -E agora? Tá com vontade? - ele perguntou ainda me beijando.
    -Para, Justin. Agora não. - eu disse tentando não me entregar aos seus encantos.
    -Vamo lá. Eu sei que você quer. Faz tanto tempo que a gente não faz...- ele disse por cima de mim e me beijando, abaixando a alça da minha camisola.
    Enrosquei meus braços ao redor de seu pescoço e comecei a beijá-lo nos lábios. Senti tanta falta disso. Ele foi subindo minha camisola com sua mão e começou a apertar minha coxa. Minha camisola estava erguida até a minha barriga. Minha mão estava por cima de seu jeans, massageando seu membro. Já dava pra sentir ele ereto. Ele passou suas mãos das minhas coxas pra meu clitóris, por cima da calcinha. Ele começou a massagear, e pudi sentir minha calcinha ficar mais úmida. Gemi baixinho em seu ouvido. Ele colocou sua mão dentro da minha calcinha e colocou dois dedos dentro de mim. Gemi baixinho entre beijos.
    -Awn, Justin. - eu gemi.
    Ele tirou minha camisola e dessa vez colocou três dedos em minha vagina. Ele fazia movimentos fortes e tirava e colocava. Cada vez eu ficava mais excitada.
    -Justin... e-eu vou... gozar. - eu disse quase gozando, mas ele tirou seus dedos antes disso acontecer.
    Ele tirou suas calças rápido e sua cueca também. Fui até ele e coloquei seu membro em minha boca. Ele segurou em meus cabelos, colocando mais força em meus movimentos. Ele gemia e forçava minha cabeça contra seu membro. Senti seu membro ficar bem duro e parei. Ele colocou a camisinha e foi em minha direção. Ele me jogou de leve na cama e me penetrou. Dei uma gritinho de tesão. Ele começou lento e depois foi aumentando. Joguei minha cabeça para trás e fechei os olhos. Segurei com força no lençol com minha mão.
     -Ahh, Justin. Vai... vai. AHH. - eu gemia.
     Ele se deitou ao meu lado e fui para cima dele. Me sentei em seu membro e comecei a esfregar nossos corpos, para frente e para trás. Ele segurou na minha cintura, forçando ainda mais nossos corpos.
     -Ah, isso, Melody. Ahhh... vai mais rápido... Ah... Isso. - ele gemia.
     Comecei a pular em seu colo e ele foi a loucura.  Nós dois gemiamos alto. Quando cansei me deitei ao seu lado e me cobri com o lençol.
     -Fazia tanto tempo. - ele disse sem fôlego. - Senti falta disso. Foi ótimo.
     Ele me beijou nos lábios por alguns minutos. Recuperamos o fôlego, colocamos nossas roupas íntimas e dormimos abraçados.
     Acordamos mais ou menos ao mesmo tempo. Ficamos na cama nos beijando e relembrando a noite passada.
     -Eu gostei muito da noite passada. - ele disse e me deu um selinho.
     -Eu também. - eu disse envergonhada.
     -Você foi ótima. - ele disse colocando uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. - E eu?
     -Er.. você o que?
     -Fui bem?
     -Err... - não sabia o que responder. Estava envergonhada de dizer "você foi perfeito, maravilhoso".
     -Eu sei que fui bem. - ele se gabou.
     -Sabe? Como? - perguntei o provocando.
     -Você disse.
     -Eu disse? - perguntei confusa.
     -É. Você disse: "Ahh, Justin, ahhh vai." - ele disse imitando minha voz e começou a gemer.
     -Para. Seu chato. - eu disse e me afastei dele. Ele estava rindo.
   
Continua? Comentem


Respostas aos comentários

Adriana Souza - Hahaha muito comedia né?
Jennifer - Prontinho Amore 
Lívia - Haha brigada Amore 
Mah - Hahaha seu espanhol ta quase lá haha (Ou como nós falamos ~Su español es débil~). Eu não sou má ta? 

5 CAPÍTULOS PRA TERMINA A IB 

segunda-feira, 25 de março de 2013

Love Me - Capítulo 44





 -Vai, diz que sim, por favor, diiiz que sim, Mel!! Vaii, diz! - Hillary gritava e pulava encima de mim.
    -É claro que eu aceito, meu amor. - Justin sorriu e me beijou.
    Ele tirou o anel da caixinha e colocou devagar no meu dedo. Ele me olhou novamente e me beijou. Pudi sentir ele sorrindo durante o beijo. Ele é tão fofo.
    Kimberly entrou correndo no meu quarto como um furacão.
    -Como você entra em casa após ficar internada por dois dias e nem vai falar comigo? Sua doida. Como você está? Está bem? - ela disse tudo muito rápido.
    -Tô sim. Tô me sentindo bem melhor. Olha, vou me casar. - eu disse sorrindo e mostrando meu anel.
    -VOCÊ ESTÁ NOIVA E FALA ISSO COMO SE FOSSE "BOM DIA"? - ela perguntou gritando.
    -Ai, se acalma, mulher. - eu disse.
    Ela pegou minha mão e praticamente grudou em sua cara.
    -Meu Deus, que anel lindo. Que bom gosto, Justin. - ela disse.
    -Valeu. - ele disse sorrindo daquela cena.
     Minha mãe nos chamou para jantar. Cara, eu tava morrendo de fome. De noite, eu, Justin e Hill saímos para comprar algumas roupas para ela. Ela tinha poucas roupas e estavam em más condições, pois sua mãe não tinha muito dinheiro. Enquanto olhávamos as roupinhas, me lembrei de quando saí para comprar roupas para o meu bebê. Me veio uma sensação de tristeza enorme e senti vontade de chorar. Respirei fundo engolindo o choro e falei para Justin que já voltava. Saí da loja e fui para o banheiro. Por sorte, estava vazio. Me olhei no espelho e passei a mão na minha barriga. Claro que antes eu também não tinha barriga e não podia senti-lo lá dentro, mas dessa vez foi pior, por saber que não tinha nada para sentir. Me apoiei na pia e comecei a chorar. Ouvi a porta do banheiro se abrindo e sequei rapidamente minha lágrimas.
    -Mel... - ouvi a voz de Justin atrás de mim.
    -Justin... - eu disse nervosa. - Vamos voltar para a loja...
    -Mel, me diz por que tá assim. Você tá tristinha e quieta. Me fala o que houve.
    -Nada, eu só lembrei do nosso filho. - eu disse olhando pro chão.
    -Eu também sinto falta dele. - ele me abraçou. - Eu queria muito ter ele conosco, mas não tem como voltar no tempo. Eu tô sofrendo tanto quanto você. - ele beijou minha testa. - E saiba que eu vou ficar com você até você ficar 100% boa. E a Hillary vai te ajudar também.
     -Você tem que trabalhar, não vai ficar comigo.
     -Vou sim, já avisei pro Scooter o que aconteceu e vou ficar com você. Agora vamos voltar para lá. - ele me beijou nos lábios e pegou na minha mão. - Só para de chorar. - ele secou minhas lágrimas e fomos para a loja.
    Hillary estava sentada num banco da loja com as roupas ao seu lado, balançando as pernas.
    -São essas as que eu quero. - ela disse apontando para as roupas. Eu ri dela.
    -Tá bom então. - eu disse.
    Pagamos tudo e fomos para casa. Nós três dormimos na minha cama. Pode não parecer, mas é desconfortável quando três pessoas dormem numa cama de solteiro, mesmo que uma dessas pessoas tenha seis anos e um metro e dez de altura.
    No dia seguinte, contei para meus pais do noivado. Eles ficaram super felizes e nos parabenizaram. De tarde, eu, Justin e Hillary saímos para ver casas para morarmos. Depois de ver 12 casas e 9 apartamentos, ainda não tínhamos decidido  qual queríamos. Levamos Hillary para tomar sorvete e perguntei qual ela tinha mais gostado.
    -Eu gostei daquela casa bem grande que tem piscina e uma casa na árvore, sabe? Aquela que tem dois andares e um quarto beeeeem grande só pra mim. - ela respondeu e deu uma lambida no seu sorvete.
     -Eu também gostei dessa. - Justin disse. - E nosso quarto também é grande, amor. Dá pra fazer muita coisa lá. - ele disse com um sorriso safado. Dei uma tapa em seu braço e olhei para Hillary, que não tinha entendido a malícia.
    -AHHH. - ele gritou por causa do tapa. - Não é minha culpa se sua mente é poluída. Eu não disse nada de errado. Só disse que dá pra fazer muitas coisas lá, tipo jogar vídeo-game, ou ler um livro, dormir abraçadinho, ou quem sabe... - ele disse sem continuar.
    -Para. - eu disse. - Seu safado. SAFADO. Tem uma criança aqui, tá?
    -Nem sou safado. Você que é. Fica maliciando as coisas que os outros dizem. Que feio. - ele disse.
    -É, que feio, Melody. - Hillary disse.
    -AH. - eu disse pasma. - Agora eu fiquei como a malvada safada?
    -Isso mesmo. Sua safada. - ela disse. Justin tava rindo muito.
    -Você sabe o que "safada" significa? - perguntei.
    -Não. - ela respondeu lambendo seu sorvete. Eu ri junto a Justin.
    -Não importa, porque ela é mesmo safada, né Hill? - Justin perguntou.
    -É!! - ela respondeu e ele fizeram um toque com a mão.
    -Eu sou a pessoa mais santa do mundo. - eu disse.
    Justin começou a rir mais ainda.
    -Ah, para, para. Assim você vai me matar de tanto de rir. Essa foi boa. Você santa. - ele falou enquanto ria muito.
   
Continua? Comentem

GENTEEE, DESCULPA MAS NÃO POSSO RESPONDER AOS COMENTÁRIOS HOJE. TENHO QUE ESTUDAR, PORQUE AMANHà TENHO TESTE DE ESPANHOL ¬¬ E DEPOIS DE AMANHà TENHO TESTE DE MATEMÁTICA, AND I SUCK. BOM, ME DESCULPEM, FLORES. BEIJOOOS!

domingo, 24 de março de 2013

Love Me - Capítulo 43



Love Me - Capítulo 43
    -Claro, você é gatinha. - Justin disse fazendo Hillary rir.
    A porta do quarto se abriu e Tassy entrou correndo e foi logo me abraçar.
    -Melody. Você está bem? - ela perguntou enquanto me abraçava.
    -Sim, sim. Estou. - eu disse rindo de sua preocupação.
    -E você, senhor Bieber? Você é o responsável por cuidar da nossa garotinha e deixou ela vir parar num hospital. É isso mesmo, Bieber? - Tassy brincou.
    -Você, senhora Tassy, que deveria ter cuidado dela enquanto eu estava fora. - Justin brincou.
   
Hillary e eu estávamos rindo pra caramba. Eu apresentei Tassy para Hillary e elas conversaram por um instante. Tassy teve que sair rápido para ir para a faculdade. Depois o médico entrou no quarto e disse que eu estava liberada. Justin me ajudou a levantar e a me vestir. Meus pais chegaram para resolver tudo e me levarem para casa. O mais difícil seria dizer adeus à Hill. Estávamos no balcão pagando, quando sinto alguém abraçando minhas pernas.
    -Não vão embora. Eu não tenho ninguém. - Hillary disse chorando.
    -Você tem sim, sua mãe vai ficar bem, meu amor. Acredite nisso. - eu disse.
    -NÃO. ELA MORREU. MORREU. - ela disse irritada e chorando ainda mais.
    Justin me olhou com uma carinha de pena. Ele se abaixou e a abraçou. Pegou-a no colo e falou algo no seu ouvido que não pudi escutar. Ele a soltou e ela saiu correndo.
    -Nós não podemos deixá-la. Ela vai ir pra um orfanato. - Justin disse.
    -O que você quer que eu faça? - perguntei.
    -Ah, pelo amor de Deus, Melody. Podia pelo menos se importar um pouco a menina? - ele perguntou bravo.
    -Eu me importo. Só que não tem nada que possamos fazer, ora.
    -Tem sim. A gente podia... levar ela conosco.
    -Isso é contra lei. - eu disse irônica.
    -Vamos adotá-la. Isso. Perfeito. - Justin disse satisfeito.
    -Eu sou menor de idade, não posso adotar uma criança.
    Ele pareceu pensativo por um tempo e depois disse:
    -Eu desisto. Se você não quer ajudar ela, então eu faço sozinho. - ele disse se virando para sair, mas eu peguei em seu braço.
    -Eu quero ajudar ela, mas não posso. Eu tenho 17 anos, acha que se eu pudesse não adotaria ela? Ela é adorável. - eu disse.
    -Mas eu tenho 18 anos. Sou maior de idade. - ele saiu e foi à procura de algum médico.

    Tudo já estava pronto, só esperávamos por Justin para irmos embora. Meus pais foram chamá-lo e eu fiquei na sala de espera. Hillary chegou e se sentou à algumas cadeira de distância de mim. Ela me olhou com o canto dos olhos e sentou numa cadeira ao lado da sua, ficando mais perto de mim. Ela foi pulando de cadeira em cadeira até se sentar ao meu lado.
    -Cadê o Justin? - ela perguntou sem me olhar.
    -Não sei. Hill... você gostaria de ir morar comigo e com o Justin? - perguntei.
    -Claro que sim! Quando nós vamos?! - ela me olhou com a cara mais alegre do mundo.
    -Peraí... Ainda não sabemos se vai dar certo.
    Justin saiu correndo da sala onde ele e meu pais estavam e se sentou do lado de Hillary. Ele colocou ela no seu colo e disse:
    -Adivinha quem vai ir morar comigo e com a Mel?
    -EU?!- Hillary perguntou sorrindo de orelha a orelha.
    -SIIIIM.- Justin respondeu rindo.
    -Como conseguiu? - perguntei sorrindo.
    -Hillary vai ficar sob a guarda de seus pais, e depois quando você completar dezoito anos, ela será toda nossa. - ele disse alegre.

    Nós três nos abraçamos felizes como uma família. Afinal, agora nós somos uma. Meus pais saíram de lá com os papéis do hospital na mão e fomos para casa. Hillary ficou no hospital durante a noite, pois como ainda não foi decidido nada legalmente, não poderia ir com a gente. No dia seguinte, meus pais foram até o tribunal e depois de horas, o juiz concedeu a guarda de Hillary para eles. Fomos buscá-la. Ela estava sentadinha na entrada do hospital, com um vestidinho fofinho e uma bolsinha de lado, nos esperando, como se soubesse que viríamos. Fomos correndo abraçá-la. A levamos para minha casa. Fomos para meu quarto e eu, Justin e ela nos deitamos na cama.
    -Onde vai ser meu quarto? - ela perguntou.
    -Acho que vai ser aqui por enquanto. - eu respondi.
    -Hm, na verdade... Eu tava pensando em comprar um apartamento para nós três. O que acham? - Justin disse.
    -Oh my God. - eu disse.
    -SERIA PERFEITOOOO. - Hillary gritou entusiasmada. - Mas vocês tem que se casar primeiro, né Justin? Er, quer dizer... Opa. - ela colocou a mão na frente da boca como se tivesse falado demais.
    -Era segredo, Hillary! - Justin disse e fez cócegas nela.
    -O que? - eu perguntei.
    -Bom, já que essa LINGUARUDA abriu o bico... - Justin disse e fez Hillary rir. - Eu quero te perguntar uma coisa... - ele pegou uma caixinha em seu bolso - Melody... você quer casar comigo? - ele sorriu.
   
Continua? Comentem

Desculpas Amores, não vou responder os comentário agora porque to cheia de dever pra amanhã. 

Love Me - Capítulo 42



  Ignorei o celular tocando e fui para a casa do meu pai. Já era 20:30 e não tinha comido nada desde o almoço na casa da Selena. Fui para a cozinha e peguei doritos e coca-cola. Fui para o meu quarto e fiquei lá olhando para o teto e devorando aquele saco de doritos. Liguei para o Ryan e avisei que estava aqui. Ele avisaria Chaz e Chris. Decidi ir dormir, não conseguia tirar Melody de minha cabeça. Fiquei me revirando na cama até que me lembrei de uma coisa. O BEBÊ. O médico não falou nada. Será que... não. Não pode ser. Meu filho tá vivo. Eu sei que tá. Ele TEM que estar vivo. Me levantei e troquei de roupa. Desci as escadas e disse para o meu pai que ia dar uma volta e que não demorava. Peguei seu carro emprestado e fui até o hospital. Por sorte o médico de Melody estava de plantão. Conversei com ele sobre o bebê e ele foi fazer alguns exames nela. Me sentei na sala de espera, fechei meus olhos, juntei minhas mãos e rezei para que meu filho esteja bem. De repente, escutei uma vozinha do meu lado:
    -Tá tudo bem, moço?
    Olhei para o lado e vi a garotinha mais adorável do mundo. Era moreninha, de olhos verdes, de mais ou menos uns cinco anos. Ela me olhava atentamente.



    -Tá tudo bem, sim. - respondi sorrindo para ela. - Só tô preocupado.
    -Com o quê? - seus olhos azuis brilhavam.
    -Minha namorada. Ela teve hemorragia e tá internada aqui.
    -É uma menina bem bonita, de cabelos longos e que tava o braço machucadinho? - ela perguntou com uma carinha de dó.
    -É, como você sabe? - perguntei curioso.
    -Eu vi ela chegando aqui com uma menina e um menino.Ela tava com os olhinhos fechados, acho que tava dormindo.
    Eu ri de sua inocência.
    -É, eu também acho. - eu disse. - Qual é o seu nome? 
    -Meu nome é Hillary. E o seu?
    -Justin. - respondi. - Mas por que uma menininha tão bonita está num hospital?
    Ela riu envergonhada por causa do elogio.
    -Por causa da minha mãe. Ela está muito doente. Ela também tá internada aqui, como a sua namorada. Só que eu não tenho com quem ficar, então eu tenho que ficar aqui.
    -O que a sua mãe tem? - perguntei.
    -É um problema aqui. - ela disse apontando para o seu peito.
    -No coração? - perguntei.
    -Acho que sim, não sei. Só sei que é aqui nesse lado. - ela continuou apontando para seu peito.
    O médico chegou e me chamou. Me levantei e pedi para ela esperar por mim ali mesmo.
    -Bom, Justin, eu fiz todos os exames na Melody e, infelizmente, não tenho boas notícias. - espremi meus olhos esperando pela má notícia. - Ela não está mais grávida. Ela perdeu muito sangue e isso fez com que ela perdesse o bebê. Sinto muito.
    Saí de lá sem dizer nada e voltei para a sala de espera. Me sentei ao lado da menininha outra vez. Eu estava segurando o choro. Cobri meu rosto com as mãos e comecei a chorar. Ela me cutucou, mas não dei bola. Ela voltou a me cutucar, mas não a olhei.
    -HEY. Moço, me diz o que houve. Por que tá chorando?! - ela disse mais alto.
    -Por nada.
    Ela se sentou no meu colo por vontade própria e me abraçou. Continuei chorando abraçado nela. Ela se soltou do abraço e secou minhas lágrimas,
    -Me diz. - ela pediu de novo.
    -A minha namorada. Ela tava grávida. Mas ela perdeu.
    -Não fica assim, não chora!  Vocês podem ter outros bebês, é só pedir para a cegonha.
    Não sei como, mas ela me distraiu a noite toda. Ela era muito inteligente para a sua idade e tudo o que ela falava eu achava graça. Ficamos lá conversando até de manhã. Lá pelas 6:30 ela não aguentou e acabou dormindo nas cadeiras da salinha. Tirei meu casaco e o coloquei sobre ela. Fiquei olhando para ela por um bom tempo, ela era mesmo linda.
    Entrei no quarto de Melody e fiquei lá segurando a sua mão e a observando.
    -Me desculpa. Eu te amo. - sussurrei. Me inclinei e beijei sua testa.
    Aos poucos seus olhos foram abrindo e um sorriso se formou em seu rosto, de leve.
    -Você veio. - ela sussurrou. - Mas... onde estamos?
    -No hospital. Você teve uma hemorragia e teve que fazer uma transfusão de sangue. Eu doei meu sangue. Mel... me desculpa, eu deveria ter vindo te visitar. Eu me arrependo muito de não ter vindo. Desculpa, amor.
    -Tá tudo bem, Justin. Como tá o meu filho? - ela perguntou fraca.
    -Er... Peraí, eu tenho que chamar o médico. Ela disse para eu chamá-lo assim que você acordasse.
    Fui lá e o chamei. Saí da sala para ele fazer o resto dos exames nela. Provavelmente ele deve ter contado sobre o bebê. Ela saiu e eu entrei. Ela já estava sentada, mas com as mãos cobrindo os olhos e estava soluçando. Ela abriu os braços me chamando para um abraço. Seus olhos estavam cheios de lágrimas e seu rosto estava vermelho. Ele contou. Fui correndo até a sua cama, me sentei na ponta e a abracei forte.
    -Você já sabe? - ela perguntou.
    -Já. Ele me contou.
    -O que nós vamos fazer? O que vamos fazer sem o nosso filho, Justin? - ela gritou.
    -Se acalma. - eu disse. - Fica calma. - ela suspirou e fechou os olhos. Uma lágrima caiu de seu olho. - Eu também tô triste, você não sabe o quanto eu chorei hoje por causa disso. Eu te entendo. Mas não vamos surtar por causa disso. Vamos seguir em frente.Eu só consegui manter a calma por causa de uma menininha que conheci na sala de espera.
     -Você conheceu uma menina?
     -Não. Uma menininha. De uns cinco ou seis anos. Não viaja. - ela deu um risinho de leve. - O nome dela é Hillary.
     -Eu adoraria conhecê-la.
     -Vou lá chamar ela.
     Fui até a sala onde ela estava e a chamei. Ela foi correndo até o quarto e se sentou na ponta da cama.
     -Oi. Eu sou Hillary. Você é a namorada que o Justin tanto fala? - ela disse rápido.
     -Oi, meu amor. Sim, sou eu. - ri.
     -Ela realmente linda. - ela disse para Justin.
     -Eu disse. - ele disse para ela.
     Eu ri envergonhada.
     -Que isso. Você que é linda. O Justin tava certo. - eu disse.
     -Você disse que sou bonita? - ela perguntou com os olhos brilhando.
    
Continua? Comentem


Respostas aos comentários:

Jennifer - Não Amore, não vai ter 2ª temporada não, mas vai ter outra IB
Lívia - Own brigada Amore, mas vai ter outra IB 

Love Me - Capítulo 41




 (Alfredo narrando)

     Eu estava desesperado ligando para a Melody. Ela não atendia de jeito nenhum. No início, achei que ela não atendia porque achava que era o Justin ligando e estava brava, mas depois fiquei preocupado. Fui até Justin e falei:
     -Cara, a Melody não tá atendendo o celular.
     -Deixa ela, ela só tá brava. - ele respondeu meio indiferente.
     -Eu já liguei milhões de vezes, eu tô preocupado. Você sabe como ela reage às brigas de vocês, e sabe do que ela seria capaz de fazer para "passar" a dor. - eu disse, me referindo aos seus cortes.
     Ele ficou pensativo por um tempo e depois pegou seu celular e mandou uma mensagem. "Se você estiver bem, responda essa mensagem". Esperamos alguns minutos e nada. Mandou outra: "Deixa eu reformular minha frase, se você estiver respirando responde a mensagem". Nada. Ele se levantou rapidamente e disse rápido enquanto pegava suas coisas:
      -Gente, desculpa mas eu vou ter que ir agora. Problemas em casa. Até mais. Feliz aniversário, Sel. - deu um beijo em sua bochecha.
      Ele se mandou para o carro. Fui atrás dele e pedi para ir junto. No caminho, liguei para a irmã de Melody.
      -Kimberly, é o Alfredo. Olha, vai pra casa o mais rápido possível. Estamos preocupados com a Melody.
      -Mas o que houve? - ela perguntou preocupada.
      -Só... vai pra casa. - eu disse - Tchau.
      Justin dirigiu até o aeroporto e saiu correndo do carro. Abriu a porta de trás do carro e pegou suas coisas.
      -Você leva meu carro para minha casa, tá bem? - mandou.
      -Como você pretende conseguir uma passagem em cima da hora?
      -Sou Justin Bieber.
      -Ah tá. Entendi.
      Ele saiu correndo e entrou no aeroporto. Fiquei esperando para ver se ele conseguiu mesmo entrar ou se barraram ele. Recebi uma mensagem alguns minutos depois "tô dentro do avião". Levei seu carro para sua casa.

      (Kimberly narrando)

      Fiquei mega preocupada com a ligação do Alfredo. Eu estava na casa de Toby, então ele foi comigo até em casa. Entramos correndo e procuramos ela pela sala, na cozinha, em seu quarto... nada. Toby vai conferir o banheiro dela.
      -Kim. Vem cá. - ele gritou parecendo desesperado.
      Fui até lá e vi minha irmã jogada no chão toda ensanguentada. Olhei para ele desesperada e já chorando.
      -Pega ela enquanto eu ligo pro meu pai. - eu disse saindo de lá e pegando me celular.
      Eu mal conseguia falar no telefone por causa do choro. Expliquei para ele o que aconteceu, mesmo nem eu sabendo o que realmente tinha acontecido e disse que estávamos indo para o Hospital Windmills. Toby saiu de lá com Melody nos braços e sua camiseta já estava com sangue. Peguei uma toalha e enrolei no braço dela para pelo menos diminuir o sangue. Fomos para o carro e Toby dirigiu o mais rápido possível. Chegamos lá e fomo para a Emergência. Melody foi levada para um quarto e nós ficamos na sala de espera. Meus pais chegaram e ficaram conosco, preocupados e chorando.
      Depois de muito tempo, o médico saiu do quarto dela e disse:
      -Ela perdeu muito sangue, quase não conseguimos sentir sua pulação. A frequência cardíaca dela está acima de cem e respira mal. Está pálida e não está consciente. Tentamos reanimá-la com cristalóides, mas ela não correspondeu bem. Precisamos fazer uma transfusão. Eu preciso saber qual de você tem o sangue compatível com o dela, A+?
      -Eu tenho. - minha mãe disse. - Apesar de eu ter medo de agulhas...- ela chorava.
      -Meu sangue é -O. - disse uma voz grossa vindo de trás de nós.
     Nos viramos ao mesmo tempo e vimos Justin ofegante parado nos olhando.
     -Você é parente da paciente? - o médico perguntou.
    -Sou. Sou namorado. - ele disse. - Me sangue é -O. - ele repetiu impaciente.
    -Ótimo, isso quer dizer que você pode doar. Todos que tem sangue -O são considerados doadores universais.
    -Certo, vamos logo. - disse Justin. Ele passou por nós e nos cumprimentou rapidamente, seguindo o médico.

    (Justin narrando)

    Fomos para a sala de cirurgias. Melody estava lá deitada na maca, toda pálida e imóvel. Me sentei ao seu lado e estendi o braço, para que o médico espetasse a agulha em meu braço. Fiquei a olhando e tive que segurar o choro. Eu fui tão grosso com ela e agora, por minha culpa, ela está aqui mais uma vez. Mas dessa vez é ainda mais sério. Ela pode morrer. Depois de terminada a transfusão, passei a mão sobre seus cabelos e lhe beijei e testa. Saí de lá quase não me aguentando em pé. Queria chorar. Ver ela daquele jeito foi a piro sensação de todas. E agora vou ter que encarar o pai dela, que provavelmente quer me matar, por ter engravidado a filha dele e ter feito ela me cortar. E ele tem razão. Eu também iria querer me matar. Na verdade, eu QUERO me matar. Eu sou um idiota. Voltei para a sala de espera e me sentei ao lado de Kimberly. Ela me abraçou e começou a chorar. Não aguentei e chorei junto à ela. Seus pais me agradeceram muito por ter doado sangue.

    Muitas horas depois, o médico foi até nós e disse:
    -Ela reagiu muito bem à cirurgia. Ainda não está consciente, mas creio que em no máximo dois dias ela ficará bem e estará acordada. Muito bem, meu jovem. Graças à você ela está viva. - ele disse para mim. Sorri torto, pensando que se não fosse por mim, ela não estaria precisando de transfusão nenhuma. - Vocês podem entrar, um de cada vez, para visitá-la. O horário de visita termina em 40 minutos. - ele saiu.
    Primeiro entrou a mãe dela. Ficou mais ou menos uns dez minutos lá dentro e depois entrou seu pai. Ele foi mais rápido. Depois foi a vez de Kimberly entrar lá. Depois foi minha vez. Entrei e vi ela deitada, dessa vez com um pouco mais de cor nas bochechas. Sorri ao ver que estava melhor. Sentei-me ao seu lado e segurei sua mão. Seu braço estava todo enfaixado. Beijei seus lábios, que estavam secos. Acariciei seu rosto e depois tive que siar, pois já tinha acabado o tempo de visitas. Quando saí meu celular começou a tocar. Era Selena.
 
Continua? Comentem


Respostas aos comentários:

@Steeh_viana -  Okay mamãe...
Anônimo - Haha prontinho Amore.
Mah - Hahaha eu me divirto com os seus comentários
Jennifer - Hoje TALVEZ eu poste mais 3 capítulos  

Amore só faltam 9 capítulos para termina a IB. 

sábado, 23 de março de 2013

Love Me - Capítulo 40





   Justin passa suas mãos de meu rosto para minha cintura e aproxima nossos corpos. Logo me beija apaixonadamente, que saudades eu estava de seu beijo. Minhas mãos passaram para seus cabelos e de repente... o telefone começa a tocar. Olho ao redor e está tudo escuro e estou agarrada em meu travesseiro. Era um sonho. Mas meu telefone realmente estava tocando. Atendi e disse com a maior voz de sono:
    -Alô?
    -Melody Fields, assim que o dia clarear aí onde está, você vai direto comprar sua passagem de volta para o Canadá. Compre com o dinheiro que lhe mando todos os meses. Ou será que você é tão irresponsável a ponto de gastar todo o dinheiro que te dou? - puta merda. Ferrou tudo. Ele descobriu.
    -P-pai. - gaguejei de tão nervosa. - Por que você quer que eu volte para aí? - não sabia o que dizer, então fiz essa pergunta besta.
    -Pergunte para essa criança dentro de você. - ele respondeu seco.
    -Como descobriu?
    -Isso é o que menos importa agora. Você vem para cá o mais rápido possível e teremos uma conversa MUITO longa. Certo?
    -Mas... eu quero ficar aqui... na Itália.
    -Você não está em condições de decidir nada. Olha a besteira que fez. - ele disse como se não se importasse com meus sentimentos. - Faça o que mandei. Tchau.
    Não respondi. Apenas desliguei.

    (1 mês depois)

    Já estou aqui no Canadá há um mês e há 33 dias sem ver Justin. Meu pai me deu a maior bronca, mas agora ele e minha mãe já aceitaram o fato de que serão avós. De acordo com o que Justin me disse há duas semanas, hoje é a folga dele. Na verdade, serão dois dias de descanso.
    Fiquei a manhã toda esperando o celular tocar, na esperança de ser o amor da minha vida dizendo que viria me visitar. Mas isso aconteceu? Não. Depois do almoço, liguei para ele, mas não atendeu. Liguei muitas vezes. Exatamente 38 vezes. Nada. Decidi ligar para o Fredo. Ele atendeu imediatamente.
    -Oi, Fredinho. Hoje não era a folga do Justin? - perguntei de imediato.
    -É sim. - ele respondeu. - Ele ESTÁ de folga.
    -Mas... onde ele tá?
    -Você não sabe? Hoje é aniversário da Selena. Todos nós viemos visitá-la.
    -V-vocês todos? - disse segurando o choro. - Inclusive o Justin?
    -Sim, ele que fez questão de vir. Quer falar com ele?
   -Quero sim. Brigada, Fredo.
   Ele foi atrás de Justin. Pudi ouvir um "não, cara. Que merda" e logo depois ele atendeu. Ele estava me evitando.
   -Oi. - ele disse.
   -Por que tá me evitando? - perguntei.
   -Não tô te evitando. Só não pude atender o telefone naquela hora.
   -Por que não avisou que ia na casa da Selena?
   -Porque eu sei que não gosta dela.
   -ENTÃO POR QUE FOI, CARAMBA? - explodi.
   -Não grita. É aniversário dela e ela tá grávida do meu filho.
   -Justin, nós não nos vemos há mais de um mês e quando você finalmente tem uma folga você vai visitar a sua ex-namorada? - perguntei chorando.
   -É aniversário dela, caramba. Olha, não vou discutir. Eu tô aqui e pronto. Agora eu tenho que desligar. - ele desligou sem esperar resposta.
   Me senti um lixo. Ele está me trocando outra vez por aquela... vaca. Fui para o banheiro e retirei da gaveta minha fiel e velha companheira: gilete. Fui cortando meu braço até em cima, sem dó nem piedade. Quando cheguei ao topo do braço, voltei de novo ao pulso e deslizei-a percorrendo o mesmo caminho, deixando os cortes mais profundos. Senti minha cabeça pesar e tudo em volta ficou embaçado. A última coisa que me lembro foi a gilete caindo de minha mão e logo após eu caindo junto à ela no chão.
   
Continua? Comentem


Respostas aos comentários:

Adriana Souza - É eu também que ela foi muito rude, mas ela ta certa :S
@Steeh_viana -  Ui, meu IB é perfeição

Love Me - Capítulo 39



Agora é a hora. Vai, Melody, você consegue. Força. É só ter força e determinação. Você consegue. Você não tem medo dela. Vamos, aperte o botão logo. Aperte! Pronto, apertei o botão verde do meu celular e coloquei-o em minha orelha.
    -Alô? - a pessoa do outro lado da linha falou.
    -Oi, mãe. - eu disse finalmente.
    -Ah, oi filha. Como vão as coisas aí?
    -Er... bem.... Mas eu te liguei pra contar uma coisa.
    -Pode falar.
    -Mas você tem que prometer que não vai ficar brava e nem me colocar de castigo.
    -O que você fez dessa vez? Quanto é a fiança para te tirar daí? - ela perguntou como se já soubesse o que eu tinha feito.
    -Não! Não estou presa. Ainda. - disse e ri nervosa. - Bem... eu... é que... bom, você conhece o Justin certo?
    -Certo.
    -E você gosta dele, né?! Tipo, ele é legal, um bom garoto, me trata bem e tal.
    -Sim, eu gosto.
    -Então... Parabéns vovó! - disse nervosa, mas tentando parecer animada.
    -O que? - ela perguntou séria.
    -Eu tô grávida. - disse de uma vez.
    Ela ficou em silêncio por alguns minutos. Permaneci de olhos fechados desejando que ela não surtasse.
    -Eu te deixo ir para a Europa, deixo você namorar o garoto que você gosta, deixo você fazer tudo o que quer, e agora me diz que tá grávida? - ela perguntou brava. - Você tem noção da gravidade disso?
    -Tenho, mãe. Eu...
    -Não, você não tem. - ela disse rígida. - Você ainda é uma criança. E daqui nove meses terá outra criança. Como pretende...
    -Na verdade, daqui a cinco meses. - interrompi-a.
    -O quê?
    -Estou grávida de quatro meses. O bebê nasce em cinco.
    -Você é muito irresponsável.
    -Não foi só minha culpa. Não fiz ele sozinha.
    -Pelo menos é do Justin, certo?
    -Claro, né.
    -A mãe dele já sabe?
    -Já. E ela não teve chilique. Ela passou por isso e entendeu o nosso lado, diferente de você, que só julga as pessoas. - disse chorando.
    -O que você quer que eu diga quando a minha filha de dezessete anos está grávida? - ela elevou a voz.
    -Que você me apoie e me ajude a cuidar dele. Quero que você me acolha quando eu mais preciso de você - gritei e desliguei o telefone.
    Me sentei no chão e chorei entre minha mãos. Meu celular começou a tocar. Era Justin.
    -Alô. - eu disse ainda chorando.
    -Alô? O que foi, amor? Tá chorando?
    -Eu contei pra minha mãe sobre o bebê. - disse entre soluços. - Ela brigou comigo.
    -Não fica assim. Não tem nada que se possa fazer agora. Ela vai entender, dá um tempo pra ela pensar. - ele disse calmo. - Eu sempre vou estar ao seu lado.
    Continuei chorando. Eu estava totalmente deprimida com a que minha mãe tinha dito.
    -Para, amor. Não quero te ouvir chorar assim. Isso me deixa triste. - ele disse, mas não respondi nada. - Melody, agora é sério. Não importa o quão triste você esteja, não faça... aquilo de novo.
    -O que? - perguntei secando minhas lágrimas.
    -Não... se corte. - ele disse com receio. - Promete?
    -Não.
    -Melody. Promete. - ele disse sério.
    -Você acabou de me dar essa ideia.
    -MELODY. PARA, NÃO FAZ ISSO. VOCÊ NÃO VAI ME FAZER PEGAR UM AVIÃO E IR ATÉ A ITÁLIA TE IMPEDIR DE SE MACHUCAR, NE? - ele gritou.
    Fiquei quieta pensando no que ele tinha dito.
    -NÃO SE CORTE. POR FAVOR. ME RESPONDE, PELO AMOR DE DEUS.
    -Tá. - eu disse baixinho. - Eu prometo. - ouvi ele suspirando aliviado.
    -Agora, vai descansar. E tenta não pensar nisso.
    -Tanto faz, Justin.
    -Mel, não fica assim.
    -Tá, Justin. Agora, tchau. - disse
    -Tchau. Beijos, te amo. - ele disse.
    -Também.- desliguei.
    Sei que não devia ter tratado ele assim, mas não tive a intensão. Tava muito triste e acabei descontando nele.
   
Continua? Comentem


Respostas aos comentários:

@Steeh_viana - Hahah okay...
Jennifer -  É eu também tenho 16 matérias é o foda que ainda tem que tomar conta do sobrinho arrumar casa e etc... Brigada Amore
Thais - Né ele é muito fofo

Love Me - Capítulo 38



 16 minutos. Esse é o tempo que tenho para chegar no aeroporto a tempo de me despedir de Justin. Meu despertador não tocou e estou atrasada. Troquei de roupa correndo,

peguei minha bolsa e tudo o que precisava, pois mais tarde tenho uma entrevista de trabalho, por isso me vesti assim. Passei rapidinho no Starbucks e comprei um café para tomar no caminho. Peguei o ônibus e fiquei de pé mesmo, não tinha nenhum lugar vago. Olhei meu relógio. Oito minutos.
    O ônibus me deixou quatro quadras antes do aeroporto. Fui correndo para economizar tempo. Quando cheguei na metade da segunda quadra já estava exausta. Deu outra olhada no relógio. 4 minutos. Fui andando o mais rápido que pude, mas não correndo. Não conseguia mais correr. Meu sapato estava me matando. Na terceira quadra olhei meu relógio. 2 minutos. Voltei a correr, pois ainda faltava uma quadra gigantesca para atravessar. 1 minuto. Corri o mais rápido que pudi.
    Finalmente entrei no aeroporto. Tinha MUITA gente lá dentro. Saí correndo e esbarrando em todos à procura de Justin. Até que vi um garoto bem longe de mim com um boné preto. Meu garoto. Ele estava prestes a entrar no avião, mas antes deu uma olhadinha para trás, e pudi ver tristeza em seu olhar. Mas quando me viu correndo em minha direção abriu um sorriso enorme. Soltou sua mochila  abriu os braços para me receber. Me abraçou forte.
    -Achei que você não viria. - ele disse.
    -Claro que eu iria me despedir de você. - me aproximei e lhe beijei.
    -Onde vai assim toda arrumada, posso saber? - ele perguntou.
    -Vou fazer uma entrevista de trabalho e...
    -Justin, vamos. - disse Scooter.
    Justin voltou a me abraçar como se nunca mais fossemos nos ver. Me beijou pela última vez e disse:
   -Vou sentir saudades, amor. - me deu um selinho.
   -Também vou. Promete que vai me ligar todos os dias? - peguntei.
   -Prometo. - ele disse sorrindo.
   -Todinhos?
   -Todinhos. - ele riu. - Boa sorte com sua entrevista.
   -Boa sorte com sua turnê. Te amo, meu amor. - beijei ele.
   -Também te amo. Muito.
   -Vamos, Justin. - Scooter gritou já dentro do avião.
   -Tenho que ir. Se cuida, gatinha. - me deu um beijo. Esse sim foi o último.
   Se virou e foi em direção ao avião. Se sentou em seu lugar, que era na janela, e acenou para mim. Mandei um beijo no ar para ele que fingiu pegar o beijo com a mão guardar no coração. Ri daquela cena e ele sorriu de volta. O avião decolou e fiquei ali o observando partir. Só vou vê-lo em dois meses...
    Olhei o relógio. Oito e meia. Minha entrevista é às nove e meia. Saí do aeroporto e fui para um parque que tinha perto da minha casa. Me sentei num banco perto de lago e observei em volta. Havia uma família brincando com seu filho, que deveria ter uns dois anos de idade. Passei a mão em minha barriga pensando que daqui alguns meses será eu e Justin brincando com nosso filho ou filha. Hoje de tarde tenho uma consulta no médico. Justin queria muito ir, mas não podia; ele tentou marcar a viagem para mais tarde, mas não conseguiu.
     Fui caminhando para o local da entrevista. Ocorrei tudo ótimo. A moça é um amor, tomará que eu consiga. Ela disse que meu currículo é ótimo, por eu já ter morado em três países e falar duas línguas. Fui para a escola, no dormitório de Caitlin. Passei a limpo a matéria no meu caderno e conversamos um pouco. Almoçamos juntas e depois ela me acompanhou ao médico.
    -Olá, sejam bem-vinda, meninas. - a doutora Anne disse.
    -Olá. - disse em coro.
    Ela me explicou que como eu estou no quarto mês de gestação já dá para ver qual o sexo do bebê. Fiz todos os exames e ela disse que estava tudo ótimo.
    -Preparadas para a surpresa? - perguntou.
    -SIM! - dissemos de novo juntas.
    -É um menininho, parabéns, mamãe! - Anne disse.
    -Ownn, que fofo. Um mini Justin. - disse Caitlin com uma voz fininha que me deu medo.
    A médica me mandou seguir algumas recomendações. Fomos para casa e à tardinha, Justin me ligou.
    -Oi, amor. Acabei de chagar em Los Angeles. Como foi a consulta? - ele perguntou.
    -Foi ótima. E eu já sei o sexo...
    -O quê? Já?! Eu queria estar presente na hora para ver a sua carinha de surpresa e seu sorriso. E poder te beijar o quanto eu quisesse. - ele pareceu um pouco chateado por não ter estado na hora. - Mas e então? É menino ou menina?
    -Menino! - disse feliz. Ouvi um riso do outro lado da linha.
    -Feito. Meu garotão. - ele disse.
    -Por que "feito"?
    -Nada não. Só tô feliz por ser um menino.
    -Fala.
    -É que... eu fiz uma aposta com o Ryan. Ele disse que ia ser menina e eu disse que ia ser menino. Ele me deve 100 dólares.
    -Então... você tá feliz porque ganhou 100 dólares? - perguntou abismada.
    -Não. Quer dizer, sim. Mas não. Não é por isso. Eu sempre quis ter um menino primeiro, para depois ele poder defender a nossa filhinha.
    -Quer mais filhos? - perguntei sorrindo.
    -Claro. Quero construir uma família com você. - ele disse e me fez sorrir ainda mais. - Ah, desculpa mas eu tenho que desligar. O Scooter tá me chamando aqui. Beijos.
    -Beijos.
    Como ele é fofo. A maioria dos meninos não pensa em construir famílias e ter filhos. Mas Justin, sim. Achei isso a coisa mais linda do mundo.
    
Continua? Comentem

GENTE, LEIAM A #IB DESSA BELIEBER SUPER FOFA. ELA É DEMAIS, O BLOG DELA É INCRÍVEL. UM DOS MEUS PREFERIDOS. ELA É MEU ANJINHO! *-* POR FAVOR LEIAM >> http://imaginebelieberonswag.blogspot.com.br/

Amores antes que vocês me matem EU NÃO TIVE CULPA, eu TENHO mais que 11 matérias pra estudar TO CHEIA DE DEVER DE CASA! Hoje eu postei esse capitulo mas se amanhã e domingo tiver bastante COMENTÁRIOS (Em cada capitulo que eu postar amanhã e domingo), eu posto 3 capítulos em cada dia.
Desculpem como já falei pra vocês esse é o meu ultimo ano na escola (9º ano), então como final do ano eu vou fazer MILHARES de provas eu to estudando pra caralho, e ainda tem a minha festa de 15 anos que mesmo sendo final do ano eu tenho que preparar TUDO.
Desculpem não vai dar pra responder aos comentários hoje, mas eu li todos!!!
Amores pra quem quer manter contato comigo eu SEMPRE to online nas minhas páginas, O Rei do SWAG (https://www.facebook.com/BigodinhodoBieber), e Capas Of Famous (https://www.facebook.com/JovensBipolarees).
BieberKiss